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A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Era filho de Celso de Oliveira Quintana e de Virgínia de Miranda Quintana. Fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou na Editora Globo, quando esta ainda era uma instituição eminentemente gaúcha, e depois na farmácia paterna.
Considerado o poeta das coisas simples e com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, trabalhou como jornalista quase que a sua vida toda. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e sangue, de Giovanni Papini.
Em 1953 trabalhou no jornal Correio do Povo (Porto Alegre). Trabalhava como colunista da página de cultura, que saía no dia de sábado, e em 1977 saiu do jornal.
Em 1940 lançou o seu primeiro livro de poesias, A rua dos cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966 foi publicada a sua Antologia poética, com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus 60 anos, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
Viveu grande parte da vida em hotéis, sendo o último deles o Hotel Majestic, no centro velho de Porto Alegre, que foi tombado e transformado em centro cultural e batizado como Casa de Cultura Mario Quintana, em sua homenagem, ainda em vida. Em seus últimos anos de vida, era comumente visto caminhando nas redondezas.
Segundo o próprio poeta, em entrevista a Edla van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida.
Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.
Fonte: Wikipédia




12 comentários:
Ah! Só você mesmo, eu estava cá a me perguntar quando iria encontrar-me com Mario Quintana no Abre Aspas de hoje e cá está ele...
Bacio en tuo cuore caríssimo.
Realmente a vida corre... os anos passam tão rápido que por vezes nem damos pelos cabelos brancos aparecerem...
Parabéns
Voltarei aqui
Verdade, verdadinha...
Outro poema bem escolhido
Perdemos muita coisa boa, quando nos apercebemos é tarde.
"O tempo, pergunta ao tempo, quanto tempo, o tempo tem"
Beijos
Amigos,
beijão!
Parabéns!
Eliana
Querido amigo você é demais O Tempo eu sabia decor quando estava no colégio, por causa de minha prf de literatura.
Sua escolhas foram perfeitas.
Mario Quintana é e sempre será um dos meu preferidos.
Beijos Rô!
PS:-Minha querida Miriam, amanhã tem vários mimos para ti lá em casa e um Mme gostoso de responder se for do seu agrado, por isso quebrei algumas regras e deixei a critério de cada um.
Beijos Rô!
Osc@r, eu sempre brinco com o pessoal em casa que, se o Quintana fosse vivo, eu namoraria com ele. Sou apaixonadíssima!! Beijus
Osc@r,
Parabéns!
Você sempre fazendo belas escolhas!
Valeu a cobertura e a participação!
Tic tac....
Beijo.
Bom dia!!! Bendita Blogagem Coletiva! Quintana é sempre o máximo! Parabéns pelo Blog!
Bjs.
Flor ♥
E seguimos todos reclamando do tempo que não chega, da falta de de tempo e do tempo que passou, e alguns a abreviar por conta própria para sempre o tempo que não soube usar. Viva Quintana. Valeu Osc@ar.
Oi sumido, está tudo bem com você?
Hoje em dia nem vemos mais o dia passar...ele estava certíssimo e já naquela época. O que me leva a pensar que o mundo continua o mesmo. Nós é que pensamos que mudou alguma coisa.
Ledo engano!
Abracos
Oscar, menino, por onde andas tu?Adoeceu ou o quie aconteceu contigo, querido?te mandei email, mensagens, comentários e nada de repsosta
bjs e dias felizes
Oscar, menino, por onde andas tu?Adoeceu ou o quie aconteceu contigo, querido?te mandei email, mensagens, comentários e nada de repsosta
bjs e dias felizes
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